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Mulheres na política

Porque isso é importante para a psicologia?

7 de out. de 2026

Mariana Rodrigues Dias

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Tomada de decisão

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Precisamos levar em consideração o peso que o nosso contexto e a nossa sociedade exercem sobre nossas vidas.

Estamos inseridos em um sistema e, desde muito cedo, aprendemos a funcionar de acordo com normas, regras e expectativas. Isso significa que muitas das coisas que fazem parte do nosso dia a dia nossas tarefas, responsabilidades e até mesmo aquilo que esperamos de nós mesmas foram construídas dentro de uma determinada estrutura social.

Essa estrutura é chamada de patriarcado: um sistema social e cultural que, historicamente, colocou os homens em posições de maior poder e autoridade e atribuiu às mulheres determinados papéis e responsabilidades, especialmente relacionados ao cuidado, à casa e à família.

Todos os dias, mulheres procuram ajuda de profissionais de saúde mental por questões relacionadas aos seus relacionamentos amorosos, familiares, profissionais e também pela cobrança de serem perfeitas, darem conta de tudo e manterem uma rotina que, muitas vezes, é simplesmente impossível de sustentar.
Mas de onde vem tanta cobrança?
Em grande parte, da construção social que, ao longo do tempo, definiu o que deveria ser o “papel da mulher”.

Mulheres se esforçam mais, trabalham mais horas, são maioria quando falamos sobre os cuidados com o lar e com os filhos e também assumem grande parte dos cuidados com familiares idosos. E, muitas vezes, fazem tudo isso ao mesmo tempo.

Afinal, existe aquela velha ideia de que “mulher consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo”.
Conseguimos.
Mas a que preço?
Talvez a questão não seja o quanto conseguimos suportar, mas por que precisamos suportar tanto.

E existe ainda outra questão importante: somos maioria do eleitorado e minoria nos espaços de representação política.

A presença de mulheres na política também significa ocupar espaços de decisão, lutar por igualdade e ampliar possibilidades. Significa participar da construção de políticas e mudanças que impactam diretamente nossas vidas.

Porque mudar a estrutura em que vivemos também é criar um caminho para que as próximas gerações de mulheres tenham mais escolhas, mais direitos e mais possibilidades de existir para além dos papéis que foram historicamente impostos a elas

Quem sou eu?
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Maria Eduarda Chaves Siqueira

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Atendimento:

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Sou psicóloga clínica, com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Atendo pessoas que enfrentam dificuldades emocionais como ansiedade, estresse, insegurança, baixa autoestima e desafios nos relacionamentos. Sou pós-graduada em Transtornos do Desenvolvimento e Análise do Comportamento. Meu trabalho é voltado à promoção da saúde emocional, ao autoconhecimento e ao desenvolvimento de estratégias para lidar com os desafios do dia a dia.

Valor da Sessão / Tempo de duração

R$ 40,00

/

50 minutos

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