
🍀O corpo fala o que a mente tenta suportar sozinha. Quando o coração acelera, o peito aperta, a respiração encurta, o estômago dói ou a tontura aparece sem explicação aparente, muitas vezes não é “frescura” nem fraqueza pode ser ansiedade pedindo cuidado. Sintomas físicos são reais. Doem. Assustam. E merecem ser levados a sério.
🍀A ansiedade não vive apenas nos pensamentos acelerados. Ela se manifesta no suor frio antes de uma conversa difícil, na tensão constante nos ombros, na dor de cabeça que não passa, na insônia que esgota. O cérebro interpreta ameaça, mesmo quando o perigo não é concreto, e o corpo responde como se precisasse lutar ou fugir. É um sistema de alerta ativado por tempo demais.
🍀Normalizar não é banalizar. É compreender que sentir não é sinal de incapacidade, é sinal de humanidade. Quantas pessoas silenciam seus sintomas por medo de julgamento? Quantas se culpam por “não dar conta”, quando, na verdade, estão sobrecarregadas emocionalmente? Acolher esses sinais é o primeiro passo para reorganizar o que está em excesso por dentro.
🍀Cuidar da ansiedade é cuidar do corpo e da mente como uma unidade. Buscar apoio psicológico, aprender estratégias de regulação emocional, respeitar limites e desacelerar quando possível não é luxo é necessidade. Você não precisa esperar o corpo gritar para se permitir cuidar. O que hoje é sintoma pode se tornar caminho de autoconhecimento e transformação.





