
Para mim nunca foi fácil falar sobre o setembro amarelo, mas fhoje aprendi a falar sobre o projeto de vida, principalmente como resgate de sentido ao que fazemos ou escolhemos.
Então para a reflexão de hoje gostaria de propor uma música, escute quando puder. Aqui vai um trecho dela:
"Tudo é dor, e toda dor, vem do desejo de não sentirmos dor".
A arte é uma excelente expressão da existẽncia humana, e essa música expressa algo muito importante sobre o sofrimento.
Sofremos quando a realidade não corresponde ao que esperávamos... temos uma expectativa pronta sobre cada situação e também sobre como reagir. Culturalmente aprendemos a desviar a atenção de nossas dores entendendo que tem sempre alguém pior (isso é consciẽncia do mundo)
Logo, para atravessar o sofrimento é preciso resgatar o sentido, começando por evitar a invalidação que geralmente surge em forma de crença, como por exemplo:
"Eu não deveria sentir raiva" / "Eu não deveria estar triste"
E se acolher diante de alguma necessidade ou reação chama-se VALIDAÇÃO que significa:
reconhecer a realidade que estou vivendo antes de exigir que ela seja diferente.
Seria acolher uma dor, uma emoção primeiro voltando um olhar para dentro de si. Porque do contrário olhamos primeiro para as expectativas (o que eu deveria sentir, como eu deveria reagir). Esse senso de "dever" gera uma expectativa diante da cultura pre estabelecida (aquilo que aprendemos), que gera uma imensa frustração. Que faz a gente se sentir INADEQUADA.
Retomar o sentido em busca do projeto de vida é manter o equilíbrio entre o eu e mundo.
E aprender a diferenciar O QUE GOSTO ≠ O QUE MUNDO ESPERA DE MIM.
Uma vida não é feita apenas daquilo que precisamos fazer.
É feita também daquilo que desejamos, sentimos, valorizamos, escolhemos ...
Mas, para descobrir é preciso se ESCUTAR!
Abraço.
Marilissa
Quem sou eu?

Guilherme Santos Novaes
CRP:

03/36852
Atendimento:
Online
Sou psicólogo, e minha prática é guiada pela psicologia histórico-cultural, uma abordagem que entende que não existimos isolados de nossa história, das relações que construímos e do contexto em que vivemos. Isso significa que, no nosso trabalho juntos, olhamos não só para o que você sente, mas para as experiências e vivências que moldaram esse sentir.
Atendo adultos em geral, com queixas como ansiedade, depressão, momentos de transição e busca por autoconhecimento, além de ter atenção especial a públicos como universitários e pessoas LGBTQIA+, cujas trajetórias muitas vezes pedem um olhar mais atento às particularidades do que estão vivendo.
Acredito em um espaço terapêutico acolhedor, sem julgamentos, onde você possa se sentir à vontade para pensar sobre sua própria história e construir, aos poucos, novos sentidos para ela.
Se você sente que é hora de conversar sobre o que está vivendo, será um prazer caminhar junto com você nesse processo.
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