
Uma relação pode ter causado sofrimento e, ainda assim, deixar saudade. Você pode reconhecer o que fazia mal e continuar lembrando dos momentos bons. Pode saber que precisava se afastar e, mesmo assim, sentir vontade de procurar. Essas experiências não se anulam.
Muitas vezes, o vínculo não termina no mesmo dia em que a relação acaba. O corpo, a rotina, as expectativas e as pequenas referências construídas a dois continuam presentes. Por isso, o afastamento pode parecer um vazio difícil de sustentar — principalmente quando estar só desperta angústia.
O risco é usar a saudade como prova de que a relação era segura, ou procurar rapidamente outra pessoa para não entrar em contato com esse vazio. A pressa alivia por um momento, mas pode repetir escolhas que ainda não foram compreendidas.
A terapia pode ajudar você a atravessar esse processo sem julgar o que sente e sem transformar a dor em destino. Sentir falta faz parte. Voltar é uma decisão.
Se você percebe que se afasta e retorna ao mesmo ciclo, talvez seja o momento de entender o que mantém esse vínculo vivo.
Quem sou eu?

Maria Fernanda Lopes Coscrato
CRP:

06/214043
Atendimento:
Online
Olá! Me chamo Maria Fernanda, sou psicóloga CRP nº 06/214043, pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas e Psicanálise Clínica.
Atendo mulheres a partir de 18 anos e como abordagem teórica utilizo a Orientação Psicanalítica.
Meu propósito é oferecer uma escuta acolhedora, cuidadosa e ética, respeitando o tempo e a singularidade de cada mulher em seu processo, para que cada uma possa expressar-se livremente sobre si, angústias, experiências e vivências.
Acolher o que você sente e buscar construir possíveis novos caminhos.
Vamos juntas nesse processo?
Valor da Sessão / Tempo de duração
R$ 60,00
/
40 minutos
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