
Você sente que algo está errado. Mas não sabe bem o quê.
Sobre o momento em que a terapia deixa de ser opcional — e o que esperar de um processo que realmente funciona.
2 de set. de 2026
Arthur Almeida Caram Andre
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Texto em 4 linhas
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Sobre o momento em que a terapia deixa de ser opcional — e o que esperar de um processo que realmente funciona.Não é necessariamente uma crise. Não é necessariamente um trauma grande, uma perda recente, uma situação limite. Às vezes é só uma sensação persistente de que algo não está no lugar — um cansaço que não passa com descanso, uma irritação sem causa clara, uma dificuldade de estar bem mesmo quando tudo "deveria" estar bem.Ou é aquele padrão que você já reconhece — nos relacionamentos, no trabalho, em como você reage a certas situações — mas que não consegue mudar só com consciência. Você entende o problema. E repete mesmo assim."Você não precisa estar no fundo do poço para começar a terapia. Precisa estar cansado o suficiente de continuar onde está."A psicoterapia não é um espaço para receber conselhos ou respostas prontas. É um espaço onde o que você carrega — às vezes há anos, às vezes sem saber exatamente o que é — finalmente tem lugar para aparecer, ser nomeado e começar a ser entendido.Não é sobre falar do passado por falar. É sobre entender como o passado continua operando no presente — nas suas escolhas, nas suas reações, no que você tolera e no que não consegue receber. E a partir desse entendimento, começar a agir de formas que sejam mais suas — menos automáticas, menos repetitivas, menos custosas."O que muda na terapia não é só o que você pensa sobre si mesmo. É o que você consegue fazer com o que sente — e isso muda tudo ao redor."O processo não é linear. Não tem um número fixo de sessões, não segue um roteiro, não entrega resultados semanais mensuráveis. Mas quando funciona — e ele funciona quando há espaço real para o que precisa aparecer — algo gradual e concreto acontece. Os padrões ficam mais visíveis. As reações ficam menos automáticas. O peso que você carregava sem nome começa a ter contorno.Se você está lendo isso e reconhecendo algo do que foi descrito aqui — o cansaço sem causa, o padrão que se repete, a sensação de que algo poderia ser diferente — talvez esse seja o momento.Não porque você esteja quebrado. Mas porque você merece entender o que está acontecendo dentro de você — e ter suporte para fazer algo com isso.
Não é necessariamente uma crise. Não é necessariamente um trauma grande, uma perda recente, uma situação limite. Às vezes é só uma sensação persistente de que algo não está no lugar — um cansaço que não passa com descanso, uma irritação sem causa clara, uma dificuldade de estar bem mesmo quando tudo "deveria" estar bem.Ou é aquele padrão que você já reconhece — nos relacionamentos, no trabalho, em como você reage a certas situações — mas que não consegue mudar só com consciência. Você entende o problema. E repete mesmo assim."Você não precisa estar no fundo do poço para começar a terapia. Precisa estar cansado o suficiente de continuar onde está."A psicoterapia não é um espaço para receber conselhos ou respostas prontas. É um espaço onde o que você carrega — às vezes há anos, às vezes sem saber exatamente o que é — finalmente tem lugar para aparecer, ser nomeado e começar a ser entendido.Não é sobre falar do passado por falar. É sobre entender como o passado continua operando no presente — nas suas escolhas, nas suas reações, no que você tolera e no que não consegue receber. E a partir desse entendimento, começar a agir de formas que sejam mais suas — menos automáticas, menos repetitivas, menos custosas."O que muda na terapia não é só o que você pensa sobre si mesmo. É o que você consegue fazer com o que sente — e isso muda tudo ao redor."O processo não é linear. Não tem um número fixo de sessões, não segue um roteiro, não entrega resultados semanais mensuráveis. Mas quando funciona — e ele funciona quando há espaço real para o que precisa aparecer — algo gradual e concreto acontece. Os padrões ficam mais visíveis. As reações ficam menos automáticas. O peso que você carregava sem nome começa a ter contorno.Se você está lendo isso e reconhecendo algo do que foi descrito aqui — o cansaço sem causa, o padrão que se repete, a sensação de que algo poderia ser diferente — talvez esse seja o momento.Não porque você esteja quebrado. Mas porque você merece entender o que está acontecendo dentro de você — e ter suporte para fazer algo com isso.
Não é necessariamente uma crise. Não é necessariamente um trauma grande, uma perda recente, uma situação limite. Às vezes é só uma sensação persistente de que algo não está no lugar — um cansaço que não passa com descanso, uma irritação sem causa clara, uma dificuldade de estar bem mesmo quando tudo "deveria" estar bem.
Ou é aquele padrão que você já reconhece — nos relacionamentos, no trabalho, em como você reage a certas situações — mas que não consegue mudar só com consciência. Você entende o problema. E repete mesmo assim.
"Você não precisa estar no fundo do poço para começar a terapia. Precisa estar cansado o suficiente de continuar onde está."
A psicoterapia não é um espaço para receber conselhos ou respostas prontas. É um espaço onde o que você carrega — às vezes há anos, às vezes sem saber exatamente o que é — finalmente tem lugar para aparecer, ser nomeado e começar a ser entendido.
Não é sobre falar do passado por falar. É sobre entender como o passado continua operando no presente — nas suas escolhas, nas suas reações, no que você tolera e no que não consegue receber. E a partir desse entendimento, começar a agir de formas que sejam mais suas — menos automáticas, menos repetitivas, menos custosas.
"O que muda na terapia não é só o que você pensa sobre si mesmo. É o que você consegue fazer com o que sente — e isso muda tudo ao redor."
O processo não é linear. Não tem um número fixo de sessões, não segue um roteiro, não entrega resultados semanais mensuráveis. Mas quando funciona — e ele funciona quando há espaço real para o que precisa aparecer — algo gradual e concreto acontece. Os padrões ficam mais visíveis. As reações ficam menos automáticas. O peso que você carregava sem nome começa a ter contorno.
Se você está lendo isso e reconhecendo algo do que foi descrito aqui — o cansaço sem causa, o padrão que se repete, a sensação de que algo poderia ser diferente — talvez esse seja o momento.
Não porque você esteja quebrado. Mas porque você merece entender o que está acontecendo dentro de você — e ter suporte para fazer algo com isso.
Você não precisa saber exatamente o que quer trabalhar para começar.
Precisa só de disposição para aparecer.
O resto acontece no processo.
Quem sou eu?

Leonardo Gaspar Pimentel
CRP:

05/88004
Atendimento:
Online
Terapia baseada em evidências, conduzida com empatia
Sou Leonardo Gaspar Pimentel, psicólogo clínico especializado em Terapia Cognitivo-Comportamental. Minha atuação une o rigor de uma abordagem cientificamente reconhecida a uma escuta atenta e sem julgamentos. Se você considera começar a terapia, este é um espaço construído para receber você.
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