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Nem sempre podemos escolher o que sentimos.

20 de ago. de 2026

Aline Nunes Dias Tabarez

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Autoconhecimento

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Nem sempre podemos escolher o que sentimos. Raiva, medo, frustração, tristeza e insegurança também fazem parte de nós.

Mas existe uma diferença importante entre sentir uma emoção e permitir que ela determine a direção das nossas escolhas.

Podemos sentir raiva e escolher não ferir.
Sentir medo e, ainda assim, seguir em frente.
Sentir mágoa sem transformar essa dor em vingança.
Sentir insegurança e continuar tentando.

Aquilo que alimentamos em nós tende a ganhar espaço. E, aos poucos, nossas escolhas vão construindo caminhos, fortalecendo comportamentos e dizendo muito sobre a pessoa que estamos nos tornando.

Talvez maturidade emocional não seja deixar de sentir aquilo que incomoda, mas aprender a reconhecer o que sentimos e decidir: o que eu quero fazer com isso?

Nem tudo o que sentimos precisa comandar nossas ações.
Podemos escolher quais sentimentos, pensamentos e atitudes queremos fortalecer — e em qual direção queremos seguir.

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